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O eu do qual o médico pratica sua profissão é um ego adiuvans; e se sua vocação e sua vontade de ajudar o enfermo são profundas e conseqüentes, não o tratará, por fim, como um objeto mais ou menos valioso, mesmo quando em sua relação com ele se veja obrigado a objetivá-lo, senão como uma "pessoa doente e necessitada".
Pedro Laín-Entralgo (Antropologia Médica)
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